Segredos Revelados 12: A jornalista da FISUL, nas palavras dos colegas e dela mesma

Segredos Revelados 12: A jornalista da FISUL, nas palavras dos colegas e dela mesma  várias facetas reveladas!

A gente resolveu colher alguns depoimentos dos colegas da Simone para tentar definir o seu perfil. Responsável pela comunicação da FISUL, ao tentar falar de si mesma, ela engasgou. “Talvez porque vive comendo e não engorda”, disse uma colega que preferiu não se identificar.

A diretora geral, Marlene Nichel, que trabalha diretamente com a Simone, conta que ela tem várias facetas: “Como todo artista, sempre transborda criatividade, imaginação e, às vezes, parece que tem mais de 100 anos! Ela sempre fica lembrando de fatos que aconteceram muito tempo atrás. Fala das redações dos jornais em que trabalhou, da tecnologia usada naquela época (não parece que tem mais de 100 anos?). Sobre o humor? Tem dias que parece que brigou com algum vizinho, em outros, parece que ganhou na Mega-Sena. Se não anota o que foi combinado, esquece tudo! Será que caducou? Essa é a Simone, focada, porém dispersa!”

Para a coordenadora do Direito, Vera Della Valle Biolchi, a missão é fácil: “A Simone aprecia um bom prato, uma boa bebida e um bom papo”. Faltou dizer que a Vera faz uns quitutes para a jornalista e social media degustar e dar palpites gastronômicos.

O diretor acadêmico Roberto Macagnan disparou: “Bem, eu vou contar um segredo que acho que só eu sei. A Simone é cantora de rock! E, de vez em quando, ela dá uma “palhinha” no palco do Bar Joe... Pronto, contei!”.

É coerente com a história de vida dela, que ama música desde a infância, já teve banda (Mimimi, Nonono & Etc.) e é uma playlist ambulante. “Não vivo sem música, é meu alimento”, ela mesma confessa, acrescentando que o repertório é vasto, pois trabalhou na Ipanema FM.

A colega Joselaine Bisolo, do NAC (Núcleo de Atendimento Acadêmico) conta uma curiosidade. “Sobre a querida Simone, não sei se tem a ver com o mês em que ela nasceu (junho, festas juninas), mas ela adora comer Paçoquinha! É quase um pote por dia!”, diz. A revelação é confirmada por Flademir Fachini, diretor administrativo-financeiro: “Ela come tanta Paçoquinha que compra em lotes! E dizem por aí que ela é vegana...”, ri. “A Simone também tem outro nome, coisa mais esquisita. E tem um livro publicado!”

O Flademir tem razão. Sob o nome de Ariela Boaventura, ela escreveu um livro de ficção, “bem aceito entre o público adolescente, para minha surpresa”, conta. “O livro se chama Fiorde Infinito e foi lançado no Rio de Janeiro, em 2012, na Casa da Gávea, a convite do escritor Paulo Scott. “Levei 5 anos escrevendo, de 300 páginas sobraram 80, e agora dá até preguiça de fazer outro.” Ela também fez um curta-metragem que pode ser visto aqui.

A Tatiani Guizolfi, que reina absoluta na Biblioteca, é uma das pessoas que entendem o senso de humor esquisito da colega. “Como é difícil escrever, tentar contar a história de alguém como ela em apenas uma palavra ou frase. Pra mim, a Simone é autêntica, divertida, amiga. Sabe fazer rir com cada história!”

― E nas palavras dela mesma?

“Sou reflexiva e observadora muito mais vezes do que pareço. Quando observo, fico hiperfocada. E tem vezes que desapareço em meio a ideias, distraída.”

“Não entendo piada, a não ser as minhas, que poucos entendem.”

“Tive uma gata que se chamava Coelho.”

“Já morei em uma comunidade alternativa, macrobiótica e sou adepta do budismo desde então. Fiz retiro em Três Coroas, uma experiência marcante, pois conheci o atual Lama Padma Santem. Sou uma praticante rebelde e tinhosa – o que é bem-visto pelos mestres. Coloquei pimenta na comida de Sua Santidade Rinpoche, vivo na época. Ele devolveu o pratinho e pediu mais, me enviando uma mensagem pelo praticante: “Você me deu uma grande lição para este corpo. Obrigado.”

“Sei que nasci artista, a inocência de existir sem julgar me acompanha. Isso é crucial para criar com liberdade e sem freios, mas atrapalha a chamada vida normal, porque o artista pode ser inconveniente, já que arte é subversão.”

“Gosto de bergamotas e acho romântico comer moranguinhos a dois.”

“A liberdade para mim é o que há de mais precioso. Sem liberdade não há criação, nem arte ou amor.”

“Gosto de futebol, sou colorada desde os 6 anos de idade e jogava com uma equipe de meninos. Eles eram gremistas e me chamavam de Saci. Também recebi o apelido de Zé Minhoca, porque tinha fascínio em meter as mãos na terra, pegar e cortar as minhocas ao meio, seja para pescar, seja para olhar aquele milagre das partes se unirem novamente. A infância me impregna até hoje, nunca me conformei com esta história de ser adulto. Afinal, o que significa isso? A brincadeira segue.”

Outras Notícias